Ao Xixi Informativo!
Mas é meio difícil mexer nessas ferramentas modernas da internet né? Passei um tempão tentando descobrir como fazer o meu segundo Post(é o nome que os internautas dão a estes textos). Tudo bem que eu não sou a mais rápida mente pensante do velho oeste (incrível que mesmo nos filmes de velho oeste, onde as cenas se passam nesse tempo, os personagens se referem ao “velho oeste”. Deveriam dizer “atual oeste”, já que é a cena presente), mas é realmente complicado. No fim de tudo consegui.
É se expondo na Medina que se consegue histórias interessantes para um Blog(que é uma coisa desinteressante). Por estes dias, eu conheci Rodrigo Riszla(deve ser assim). Depois de Marcos tanto falar, o conheci. É realmente um cara muito bacana e com boas histórias para contar, afinal, Ele é Ator, Cantor, Dono de bar e etc..
E foi conversando com ele que eu percebi uma coisa muito interessante.
A conversa perambulava como quase todas as outras, mais ou menos assim: cada um falava de si. Impressionante como o EUCENTRISMO predomina entre as pessoas. Quando eu tentava puxar um novo assunto (que fazia referencia a mim, claro), ele vinha com “Mas por que eu fiz uma peça esse ano”. “por que o meu novo Curta” ou “por que tal Diretor, de Madame Satã é amigo meu...”. Enquanto ele falava, fiquei filosofando: “Será que ele é mesmo um SELFISH MAN?”.
Mas depois cheguei a seguinte conclusão: Rodrigo não um SELFISH MAN. É só mais um cara encantado com uma nova fase da vida; Quantas vezes já não vi Marcos falando incansavelmente dos seus percalços para a ida à Quebec? E quem já não me viu me falando, sem parar, das propagandas, ou das músicas ou de qualquer outras coisas que se gosta demais?
Me parece, que no fim de tudo, somos, de fato, todos uns viciados em nós mesmos. Alguns disfarçam isso melhor. O que não sei se é uma virtude ou um defeito. Mas a graça do ser humano é ser assim: ácido, complexo e misterioso, ou não tão misterioso. Por isso sempre me encanto com as pessoas. Sempre se sabe como elas são: ciumentas, invejosas, possessivas, avarentas. O mistério está na intensidade em que isso “se manifesta”. Isso me daria uma boa tese de mestrado de sociologia, mas é mais um plano que fica para depois.
Um outro dia destes fomos ao Applebees. Apesar de caro, é um lugar muito agradável. Algumas vezes vale a pena pagar um pouco mais por melhores serviços. Mas o fato que achei mais notável é que no banheiro(pelo menos o masculino, onde tive oportunidade de entrar) tem, na frente de cada bidê(é esse o nome?) o jornal do dia. Mas que idéia interessante. É realmente unir o útil(ou necessário) ao agradável. Você vai lá “tirar água do joelho” o volta atualizado para a mesa. Povo criativo esse né?
Incrível como é difícil escrever alguma coisa que pareça interessante para você e para outras pessoas. Pior. Escrever alguma coisa que agrade Gregos e Troianos hoje, e que continue agradando. É realmente muito simples escrever algo e publicar. Durante o processo de fazimento de uma obra, sempre achamos aquele “filho” o melhor de todos. Sempre. Mas só ficam gravados na história as coisas realmente interessantes, e que vão permanecer interessantes depois de lido dez vezes. Estou desabafando por que é realmente difícil dar relevância social a pequenas coisas. E é este o meu objetivo neste Blog. Dar relevância social aos menores acontecimentos. Coisas que as pessoas costumam não ver. Ou preferem não ver.
Fica aqui o meu protesto infundado à violência que assolou Boa Viagem este fim de semana.
É se expondo na Medina que se consegue histórias interessantes para um Blog(que é uma coisa desinteressante). Por estes dias, eu conheci Rodrigo Riszla(deve ser assim). Depois de Marcos tanto falar, o conheci. É realmente um cara muito bacana e com boas histórias para contar, afinal, Ele é Ator, Cantor, Dono de bar e etc..
E foi conversando com ele que eu percebi uma coisa muito interessante.
A conversa perambulava como quase todas as outras, mais ou menos assim: cada um falava de si. Impressionante como o EUCENTRISMO predomina entre as pessoas. Quando eu tentava puxar um novo assunto (que fazia referencia a mim, claro), ele vinha com “Mas por que eu fiz uma peça esse ano”. “por que o meu novo Curta” ou “por que tal Diretor, de Madame Satã é amigo meu...”. Enquanto ele falava, fiquei filosofando: “Será que ele é mesmo um SELFISH MAN?”.
Mas depois cheguei a seguinte conclusão: Rodrigo não um SELFISH MAN. É só mais um cara encantado com uma nova fase da vida; Quantas vezes já não vi Marcos falando incansavelmente dos seus percalços para a ida à Quebec? E quem já não me viu me falando, sem parar, das propagandas, ou das músicas ou de qualquer outras coisas que se gosta demais?
Me parece, que no fim de tudo, somos, de fato, todos uns viciados em nós mesmos. Alguns disfarçam isso melhor. O que não sei se é uma virtude ou um defeito. Mas a graça do ser humano é ser assim: ácido, complexo e misterioso, ou não tão misterioso. Por isso sempre me encanto com as pessoas. Sempre se sabe como elas são: ciumentas, invejosas, possessivas, avarentas. O mistério está na intensidade em que isso “se manifesta”. Isso me daria uma boa tese de mestrado de sociologia, mas é mais um plano que fica para depois.
Um outro dia destes fomos ao Applebees. Apesar de caro, é um lugar muito agradável. Algumas vezes vale a pena pagar um pouco mais por melhores serviços. Mas o fato que achei mais notável é que no banheiro(pelo menos o masculino, onde tive oportunidade de entrar) tem, na frente de cada bidê(é esse o nome?) o jornal do dia. Mas que idéia interessante. É realmente unir o útil(ou necessário) ao agradável. Você vai lá “tirar água do joelho” o volta atualizado para a mesa. Povo criativo esse né?
Incrível como é difícil escrever alguma coisa que pareça interessante para você e para outras pessoas. Pior. Escrever alguma coisa que agrade Gregos e Troianos hoje, e que continue agradando. É realmente muito simples escrever algo e publicar. Durante o processo de fazimento de uma obra, sempre achamos aquele “filho” o melhor de todos. Sempre. Mas só ficam gravados na história as coisas realmente interessantes, e que vão permanecer interessantes depois de lido dez vezes. Estou desabafando por que é realmente difícil dar relevância social a pequenas coisas. E é este o meu objetivo neste Blog. Dar relevância social aos menores acontecimentos. Coisas que as pessoas costumam não ver. Ou preferem não ver.
Fica aqui o meu protesto infundado à violência que assolou Boa Viagem este fim de semana.
