Afã
Suja, nojo, Surja
Que teu dever é inebriar quem quer ouvir
Não se despeça
Nem pregue peça
Nem venda rimas obsoletas
Brigamos por séculos
Almas desencontradas,
Beijei meu ódio,
E me sugou a alma
Suja, nojo, surja
Que me alimento de tuas lamúrias
Raiva de carvão
Que me entregaste a vida
Suja, nojo, surja
Pra amalgamar minha poesia
Que é só título
E Nada mais
Bígamos seremos sempre
E tu, sempre suja, nojo, surja!
Que teu dever é inebriar quem quer ouvir
Não se despeça
Nem pregue peça
Nem venda rimas obsoletas
Brigamos por séculos
Almas desencontradas,
Beijei meu ódio,
E me sugou a alma
Suja, nojo, surja
Que me alimento de tuas lamúrias
Raiva de carvão
Que me entregaste a vida
Suja, nojo, surja
Pra amalgamar minha poesia
Que é só título
E Nada mais
Bígamos seremos sempre
E tu, sempre suja, nojo, surja!

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