Meus Revisores!
Saibam, vocês, estimados leitores, que já escolhi os revisores do meu livro, que possivelmente, pelo andar da carruagem deve sair quando eu completar 40 anos, e com certeza será um livro de crônicas, já que não tenho paciência para escrever um livro inteiro contando uma mesma história. Na verdade também acho que com essa correria moderna, nem todo mundo está interessado em livros longos. Não que eu tenha escolhido escrever textos pequenos visando o marketing, mas se calhou, ótimo!. Droga, me perdi! Mal-hábito este de escrever tudo que vem a cabeça.
Como vinha tentando dizer, os revisores serão: Guilherme Linhares e Paulo Victor Dantas. O primeiro por seu eterno sadismo quase animal para corrigir a forma, para trocar e acrescentar palavras do meu enxuto vocabulário. Este que ontem me disse "Nunca você pode se livrar da forma". Está certo. A forma precede o conteúdo. É só dar uma boa analisada nos outdoors de qualquer capital, por exemplo. Você só para pra olhar os que te chamam atenção pela forma. Só lê o da mulher gostosa ou da promoção do carro! Guilherme é, talvez, 100 ml de Olavo Bilac com o soro de Homero - pelo seu conhecimento histórico e político - e um granulado de Tolkien por cima.
O segundo pelo gratificante e sutil senso de conteúdo. Olhar clínico para observar peuqenos anacronismos e sábio no ofício se enxugar o conteúdo. Um garoto que desde muito novo tem a capacidade de analisar o mundo sob uma pespectiva livre e solta, e por outro lado, profunda. O que de pronto me lembra uma frase que acho que já postei neste site: "um texto é perfeito quando todas as frases podem ser o título". Isso obviamente é um radicalismo, mas serve de paradigma. Já repassei textos dos dois neste sites, mas não pretendo colocar mais, afinal espero que os meus também sejam lidos. Paulinho é a soma de João Cabral de Melo Neto com a profundidade de Oscar Wilde e com a perversidade de Woody Allen.
Na verdade, não imagino o que sairia se fosse possível juntar o talento dos dois, mas tenho certeza que Machado ia se juntar com Goethe do lado de lá pra bolar alguma coisa, já que não iam querer ficar para trás.
Como vinha tentando dizer, os revisores serão: Guilherme Linhares e Paulo Victor Dantas. O primeiro por seu eterno sadismo quase animal para corrigir a forma, para trocar e acrescentar palavras do meu enxuto vocabulário. Este que ontem me disse "Nunca você pode se livrar da forma". Está certo. A forma precede o conteúdo. É só dar uma boa analisada nos outdoors de qualquer capital, por exemplo. Você só para pra olhar os que te chamam atenção pela forma. Só lê o da mulher gostosa ou da promoção do carro! Guilherme é, talvez, 100 ml de Olavo Bilac com o soro de Homero - pelo seu conhecimento histórico e político - e um granulado de Tolkien por cima.
O segundo pelo gratificante e sutil senso de conteúdo. Olhar clínico para observar peuqenos anacronismos e sábio no ofício se enxugar o conteúdo. Um garoto que desde muito novo tem a capacidade de analisar o mundo sob uma pespectiva livre e solta, e por outro lado, profunda. O que de pronto me lembra uma frase que acho que já postei neste site: "um texto é perfeito quando todas as frases podem ser o título". Isso obviamente é um radicalismo, mas serve de paradigma. Já repassei textos dos dois neste sites, mas não pretendo colocar mais, afinal espero que os meus também sejam lidos. Paulinho é a soma de João Cabral de Melo Neto com a profundidade de Oscar Wilde e com a perversidade de Woody Allen.
Na verdade, não imagino o que sairia se fosse possível juntar o talento dos dois, mas tenho certeza que Machado ia se juntar com Goethe do lado de lá pra bolar alguma coisa, já que não iam querer ficar para trás.

2 Comments:
meu p.e. é um pouco exagerado, só isso.
Erik anda mentindo neste blog, mas o perdoem, suplico, ele o faz por senso de amizade! rs...
Com tanto que vc está escrevendo, meu chapa, arrume tempo para o prometido prefácio de um dos meus livros natimortos! Em alguns (ou muitos)anos lhe cobrarei!
Ah! E se for pra combater Goethe e Assis quero reforços, senão Paulinho corre o risco de guerrear sozinho!
Abraço ma'oudifrendie!
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