Sorriso Banguelo nos Tempos Bíblicos
Agora vem um tema clichê para falar de Felicidade. Mesmo escrevendo este texto 45 vezes, não existe possibilidade de não cair no lugar-comum. Não é fácil falar de sentimentos belos sem ser piegas. Cartas de amor sempre são piegas. Digo, sempre não, elas não o são quando estão sendo escritas. Quando a pena se desagarra do papel, Blám, está lá o clichê. Outros temas que são sempre clichês: O que pode ser mais feliz que um sorriso de criança? Que o som dos patos? Que o primeiro beijo? Que a primeira noite? O que pode ser mais feliz que andar perdido numa cidade que não se conhece? Que conhecer pessoas interessantes? Que ser feliz?
Depois de alguns Surtos de Depressão Instantânea (SDI), percebe-se que tudo na vida vem na hora certa. Os momentos de depressão são bons para isso. Há uma frase muito bela, atribuída ao Anônimo – que, certamente, foi quem disse as coisas mais certas desde os tempos bíblicos, ou um pouco antes - frase: o que faz um grande escritor é um pouquinho de depressão e uma garrafa de vinho. Outra frase do mesmo autor: Há pessoas que choram por saberem que as rosas têm espinhos; outras há que sorriem por saberem que os espinhos têm rosas.
Como já de comezinha sabença, estudos científicos andaram comprovando que: 1. Damien Rice é um CD gravado por “Pink e cérebro” na intenção de, mais uma vez conquistar o mundo, ou; 2. Estão todos tão à flor da pele que qualquer beijo de novela faz chorar, ou; 3. Damien Rice é a personificação do mal no mundo. Tudo isso por que, quem ouvir “I REMEBER” dez vezes seguidas... Ninguém consegue ouvir dez vezes seguidas sem entrar em desespero.
Um dia desses, estava com alguma dessas depressões que povoam deliciosamente a vida nas tardes de domingo, rodando sem rumo, quando, de repente, baixei o olhar e observei um moleque desses oferecendo vaga para carro. Quando batemos o olhar, eu e o moleque, ele sorriu tão fartamente que um pedaço de mim e um pedaço do mundo caiu dentro daquele sorriso banguelo. Tão terno foi o sorriso que o restinho de depressão que eu poderia guardar esvaiu-se em exatos 0.37 milésimos de segundo. Um sorriso banguelo, parecido com este, foi o mesmo que trouxe alegria também nos tempos bíblicos. Era Bruno, o moleque de sempre. Qualquer pessoa que não ficasse feliz naquele momento, poderia se matar, pois já estaria desprovida de sentimentos. E não haveria mais razões para viver. Essas coisas acontecem com quem tem medo de amar. É este o pior sentimento do mundo: Medo de amar. É viver sem Dulcineia!
Lembro-me, também, uma frase de Edgard Allan Poe: “Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto.”
Dito isso, dou por encerrada esta sessão. Não tenho mais inspiração, já que não tenho mais dinheiro para UMA mísera garrafa de vinho – a festa me levou um bocado, e nem tenho um pouquinho de depressão – o restinho que havia guardado para escrever, Bruno me levou.
Depois de alguns Surtos de Depressão Instantânea (SDI), percebe-se que tudo na vida vem na hora certa. Os momentos de depressão são bons para isso. Há uma frase muito bela, atribuída ao Anônimo – que, certamente, foi quem disse as coisas mais certas desde os tempos bíblicos, ou um pouco antes - frase: o que faz um grande escritor é um pouquinho de depressão e uma garrafa de vinho. Outra frase do mesmo autor: Há pessoas que choram por saberem que as rosas têm espinhos; outras há que sorriem por saberem que os espinhos têm rosas.
Como já de comezinha sabença, estudos científicos andaram comprovando que: 1. Damien Rice é um CD gravado por “Pink e cérebro” na intenção de, mais uma vez conquistar o mundo, ou; 2. Estão todos tão à flor da pele que qualquer beijo de novela faz chorar, ou; 3. Damien Rice é a personificação do mal no mundo. Tudo isso por que, quem ouvir “I REMEBER” dez vezes seguidas... Ninguém consegue ouvir dez vezes seguidas sem entrar em desespero.
Um dia desses, estava com alguma dessas depressões que povoam deliciosamente a vida nas tardes de domingo, rodando sem rumo, quando, de repente, baixei o olhar e observei um moleque desses oferecendo vaga para carro. Quando batemos o olhar, eu e o moleque, ele sorriu tão fartamente que um pedaço de mim e um pedaço do mundo caiu dentro daquele sorriso banguelo. Tão terno foi o sorriso que o restinho de depressão que eu poderia guardar esvaiu-se em exatos 0.37 milésimos de segundo. Um sorriso banguelo, parecido com este, foi o mesmo que trouxe alegria também nos tempos bíblicos. Era Bruno, o moleque de sempre. Qualquer pessoa que não ficasse feliz naquele momento, poderia se matar, pois já estaria desprovida de sentimentos. E não haveria mais razões para viver. Essas coisas acontecem com quem tem medo de amar. É este o pior sentimento do mundo: Medo de amar. É viver sem Dulcineia!
Lembro-me, também, uma frase de Edgard Allan Poe: “Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto.”
Dito isso, dou por encerrada esta sessão. Não tenho mais inspiração, já que não tenho mais dinheiro para UMA mísera garrafa de vinho – a festa me levou um bocado, e nem tenho um pouquinho de depressão – o restinho que havia guardado para escrever, Bruno me levou.

2 Comments:
Hum...
Pq o ser humano é tão complexo?
Pq o Universo é infinito?
Pq as formigas são tão pequenas, mas aguentam 50 vezes seu peso?
Pq o urso polar é tão lindo e fofo, mas é violento?
Pq?
PQ?
PQ????????????
Hehehehehehehehehehehehehehehe
Obs.: vocês acabaram de presenciar um surto momentâneo de personalidade...
Bjão Keko!!!
Acho que até eh bom, vez ou outra, ter uma melancolia subita e inexplicavel....sentir-se meio deprê eh melhor que naum sentir nada....
Vai uma dica...se naum encontrar sorriso que lhe valha de remédio para esse mal....mergulhe numa garrafa(seja de cerveja, uisque, vodka, vinho....), durma lá dentro umas tantas vidas sonhadas....e quando, depois de tudo, conseguir sair de lá....."esqueça" de procurar a caixa-preta!!
Falow irmaum....continue escrevendo!!
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