CITAÇÕES DE UM TAL DE MINISTÉRIO PÚBLICO – VOLUME II
São citações bem perdidas. Sem começo, meio e fim. O Começo foi embora de ônibus. O Meio se perdeu e ficou reclamando que recife é uma cidade sem placas e sinalização, e que para todo recifense que ele perguntava onde era algum lugar, respondiam: “É perto do antigo Western Saloon”(Se ele não sabe onde é o novo, quem dirá o antigo). O Fim parou no borracheiro para consertar o pneu(inclusive comentou com o Limite que ficou puto da vida porque sempre paga as taxas de tapa buraco e ainda assim tem que pagar outro pneu por displicência do Estado. Comentou ainda que pensava em processar o Governo e que ia me chamar para ser advogado).
As citações são tão perdidas e tão sem pé nem cabeça, que começa pelo Volume II. Vai saber!
Antônio disse que o amigo dele tinha aquele modelo de carro bem clássico, que o amigo de Fortaleza de João Paulo chama de chevetsh hatsch! Mas o amigo de Antonio chama mesmo é de Chevelho! (adorei essa junção)
Estava perguntando o endereço da procuradoria para poder comprar um livro(sempre Sinopses Jurídicas, coisa de jurista Calhorda). Daí perguntei a Antônio o endereço:
“Rua Frei Matias Tevez (aquele jogador de futebol), número 65, Paissandu”
“Aqui é paissandu? Nunca vou entender isso”
Então entra Jaqueline na conversa com seus comentários sempre pertinentes:
“PAIssandu, o marido da MÃEssandu. Pais dos Sanduzinhos!”
A mesma Jaqueline diz que quem come muito não pode ter uma Solitária(leia-se Tênia), mas deve ter uma acompanha, vez que um bichinho daquele, sozinho, não come tanto!
Disse também que os sobrinhos dela que vieram de São Paulo, fizeram uma versão ótima para aquela música: “To ficando atoladinha, To ficando atoladinha, Não, não, vou atolar”(é assim?). a versão era “Vai ter suco de laranja, vai ter suco de laranja..? Não, Não, maracujá... To fritando a batatinha, to fritando a batatinha...”. Até lembrei que a Deyse tigrona – que tem aquela música... “Vai bater uma punhetinha, eu dou para quem quiser, a porra da boceta é minha” – ela disse, categoricamente, que a música dela tem uma função social, haja vista terem as meninas, hoje (depois da música dela), resposta para os rapazes. (imagino que antes, quando os caras paqueravam as meninas, elas tinham que dar na primeira noite, por que não conheciam a musica da Deyse Tigrona)
Segundo Mariana Loreto, (minha querida chefinha) - que neste momento deve estar habitando as terras de Zapata, tomando tequila, e comprando a pimenta que me prometeu – segundo ela, a definição perfeita de ténico administrativo(saliente-se que ela pronuncia sem “c” mesmo, talvez por isso tenha me identificado) é “piniqueiro federal”
Viva o Espanhol de Amauri Júnior
As citações são tão perdidas e tão sem pé nem cabeça, que começa pelo Volume II. Vai saber!
Antônio disse que o amigo dele tinha aquele modelo de carro bem clássico, que o amigo de Fortaleza de João Paulo chama de chevetsh hatsch! Mas o amigo de Antonio chama mesmo é de Chevelho! (adorei essa junção)
Estava perguntando o endereço da procuradoria para poder comprar um livro(sempre Sinopses Jurídicas, coisa de jurista Calhorda). Daí perguntei a Antônio o endereço:
“Rua Frei Matias Tevez (aquele jogador de futebol), número 65, Paissandu”
“Aqui é paissandu? Nunca vou entender isso”
Então entra Jaqueline na conversa com seus comentários sempre pertinentes:
“PAIssandu, o marido da MÃEssandu. Pais dos Sanduzinhos!”
A mesma Jaqueline diz que quem come muito não pode ter uma Solitária(leia-se Tênia), mas deve ter uma acompanha, vez que um bichinho daquele, sozinho, não come tanto!
Disse também que os sobrinhos dela que vieram de São Paulo, fizeram uma versão ótima para aquela música: “To ficando atoladinha, To ficando atoladinha, Não, não, vou atolar”(é assim?). a versão era “Vai ter suco de laranja, vai ter suco de laranja..? Não, Não, maracujá... To fritando a batatinha, to fritando a batatinha...”. Até lembrei que a Deyse tigrona – que tem aquela música... “Vai bater uma punhetinha, eu dou para quem quiser, a porra da boceta é minha” – ela disse, categoricamente, que a música dela tem uma função social, haja vista terem as meninas, hoje (depois da música dela), resposta para os rapazes. (imagino que antes, quando os caras paqueravam as meninas, elas tinham que dar na primeira noite, por que não conheciam a musica da Deyse Tigrona)
Segundo Mariana Loreto, (minha querida chefinha) - que neste momento deve estar habitando as terras de Zapata, tomando tequila, e comprando a pimenta que me prometeu – segundo ela, a definição perfeita de ténico administrativo(saliente-se que ela pronuncia sem “c” mesmo, talvez por isso tenha me identificado) é “piniqueiro federal”
Viva o Espanhol de Amauri Júnior

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