Crônicas Abstratas em tons de Lilás!
Os títulos são o máximo. Adoro criar títulos. Títulos para tudo. Fico abstraindo o som que cada palavra tem, o seu conteúdo separadamente; depois analiso o conteúdo das palavras umas com as outras em análise combinatória (só sei fazer isso com títulos mesmo, não me venha com números). Por fim, observo qual a intenção do Redator quando escreveu aquilo. Imagino sempre duas formas de interpretar as coisas mais diretas. A idéia!! A idéia é o mais genial.
Neste escólio, certa vez estava louco para ler um livro de publicidade (foi quando começou a minha odisséia que, em suma, é o mote deste texto). Diego Curvelo, através de Leonardo Farache, me indicou “Criação sem Pistolão”. Fui correndo na livraria, vi aquele livro bonito, cheio de gravuras. Comprei o meu volume e saí da Siciliano(livraria) correndo, quase bato meu carro tentando ler no trânsito. Vinha pensando comigo mesmo: “Tenho certeza que vou ler este livro todo em duas horas, afinal, são só idéias, é sacar e seguir em frente.”(lembre-se que no meio publicitário, você não pode entender uma idéia, tem que SACAR a idéia.)
Pois bem. Abri o livro e o Carlos Domingos começou divagando sobre a dificuldade de ser publicitário; do mercado concorrido; do trabalho estressante e etc., concluindo que o mais importante para ser publicitário era viver a vida intensamente. Isto ele não podia dar ao leitor, razão pela qual o livro começa da página 123, salvo equívoco. Pronto. Fechei o livro e passei umas duas horas pensando nisso. Que idéia incrível. As CENTO E VINTE E DUAS primeiras páginas eu venho lendo durante toda minha vida, e não sabia. Depois de divagar bastante, abri minha cerveja, liguei para um amigo e virei mais uma folha bem virada.(Não lembro bem se era desta forma, afinal eu troquei este livro, apesar de ter amado. Fiquei louco para ler mais sobre publicidade e livro é muito caro. O “Propaganda é isso aí” do ZECa MARTINS não foi um bom substituto. É horrível ter que se desfazer de um livro, mas a necessidade era imperiosa.
No outro dia, quando comecei a ler novamente, consegui ler umas 10 páginas. Falou algumas coisas interessantes, disse que não existia o criativo pré-destinado. Criar é um exercício. Tudo vem com o esforço. Contou essa história, e me fez ter que fechar o livro novamente: “Quando Ayrton Senna ganhava uma corrida, todos diziam: ‘Ele nasceu para isso’. Poucos sabiam que o piloto só tinha UM fim de semana de férias por mês, quando ia para Angra dos Reis. Sempre levava com ele um motor da Mclaren para estudá-lo durante o seu fim de semana de férias”. Depois vêm um engraçado qualquer dizer que ele nasceu para aquilo. Não. Foi puro suor.
Voltando ao assunto – insira essa frase dois parágrafos antes - ouvi alguém dizendo que um texto é bom quando todas as frases do texto servem como Título.
Existe uma lenda no meio publicitário que conta a história de um estudante que foi tentar estágio numa grande agência. Levou sua pastinhas com todos aqueles títulos. Queria ser um Redator. O entrevistador, ao olhar sua pasta, riu no canto da boca – aquela risadinha de deboche – e soltou, friamente: “Você não leva jeito para isso, teria que fazer, pelo menos, mais MIL títulos para conseguir algo bom”. Conta-se à boca pequena que este sujeito trabalhou VINTE E QUATRO horas seguidas e, no mesmo horário do dia seguinte, pediu para falar com o mesmo entrevistador. Depois de muito insistir, entrou na sala do seu futuro chefe e disse: “Ta aqui. MIL títulos”. Depois de compulsar brevemente as pastas disse: “Sua sala é aquela, vou lhe providenciar um computador”. (confirmei agora. Léo que me falou. A agencia é DM9. E não foi 24 horas, foi UMA semana)
Possivelmente, essa história pode não ter existido, mas ilustra bem o que eu quero dizer: vou tentar escrever diariamente aqui neste meio e, paralelamente, tentar escreve um livro (porém, ainda falta um mote para este). Depois de escrever perto de mil crônicas, devo conseguir extrair umas 15 ou 20 coisas boas. A partir daí, começo a procurar uma editora. Se alguém conhecer, por favor me avise!
Já ando pensando num Título também. Aceito sugestões. Andei pensando neste “Crônicas Abstratas em tons de Lilás”
Pós Scritum: Me confessaram (Natasha SOBRINHO) ontem que não foram os SORBINHOS de Jaqueline que criaram a musica da batatinha. É mais um SPAM de Internet. Nossa época era muito melhor. Fomos nós que criamos “Como é que eu posso vomitar batata, se comi repolho?. (vide cronicas anteriores!)
Neste escólio, certa vez estava louco para ler um livro de publicidade (foi quando começou a minha odisséia que, em suma, é o mote deste texto). Diego Curvelo, através de Leonardo Farache, me indicou “Criação sem Pistolão”. Fui correndo na livraria, vi aquele livro bonito, cheio de gravuras. Comprei o meu volume e saí da Siciliano(livraria) correndo, quase bato meu carro tentando ler no trânsito. Vinha pensando comigo mesmo: “Tenho certeza que vou ler este livro todo em duas horas, afinal, são só idéias, é sacar e seguir em frente.”(lembre-se que no meio publicitário, você não pode entender uma idéia, tem que SACAR a idéia.)
Pois bem. Abri o livro e o Carlos Domingos começou divagando sobre a dificuldade de ser publicitário; do mercado concorrido; do trabalho estressante e etc., concluindo que o mais importante para ser publicitário era viver a vida intensamente. Isto ele não podia dar ao leitor, razão pela qual o livro começa da página 123, salvo equívoco. Pronto. Fechei o livro e passei umas duas horas pensando nisso. Que idéia incrível. As CENTO E VINTE E DUAS primeiras páginas eu venho lendo durante toda minha vida, e não sabia. Depois de divagar bastante, abri minha cerveja, liguei para um amigo e virei mais uma folha bem virada.(Não lembro bem se era desta forma, afinal eu troquei este livro, apesar de ter amado. Fiquei louco para ler mais sobre publicidade e livro é muito caro. O “Propaganda é isso aí” do ZECa MARTINS não foi um bom substituto. É horrível ter que se desfazer de um livro, mas a necessidade era imperiosa.
No outro dia, quando comecei a ler novamente, consegui ler umas 10 páginas. Falou algumas coisas interessantes, disse que não existia o criativo pré-destinado. Criar é um exercício. Tudo vem com o esforço. Contou essa história, e me fez ter que fechar o livro novamente: “Quando Ayrton Senna ganhava uma corrida, todos diziam: ‘Ele nasceu para isso’. Poucos sabiam que o piloto só tinha UM fim de semana de férias por mês, quando ia para Angra dos Reis. Sempre levava com ele um motor da Mclaren para estudá-lo durante o seu fim de semana de férias”. Depois vêm um engraçado qualquer dizer que ele nasceu para aquilo. Não. Foi puro suor.
Voltando ao assunto – insira essa frase dois parágrafos antes - ouvi alguém dizendo que um texto é bom quando todas as frases do texto servem como Título.
Existe uma lenda no meio publicitário que conta a história de um estudante que foi tentar estágio numa grande agência. Levou sua pastinhas com todos aqueles títulos. Queria ser um Redator. O entrevistador, ao olhar sua pasta, riu no canto da boca – aquela risadinha de deboche – e soltou, friamente: “Você não leva jeito para isso, teria que fazer, pelo menos, mais MIL títulos para conseguir algo bom”. Conta-se à boca pequena que este sujeito trabalhou VINTE E QUATRO horas seguidas e, no mesmo horário do dia seguinte, pediu para falar com o mesmo entrevistador. Depois de muito insistir, entrou na sala do seu futuro chefe e disse: “Ta aqui. MIL títulos”. Depois de compulsar brevemente as pastas disse: “Sua sala é aquela, vou lhe providenciar um computador”. (confirmei agora. Léo que me falou. A agencia é DM9. E não foi 24 horas, foi UMA semana)
Possivelmente, essa história pode não ter existido, mas ilustra bem o que eu quero dizer: vou tentar escrever diariamente aqui neste meio e, paralelamente, tentar escreve um livro (porém, ainda falta um mote para este). Depois de escrever perto de mil crônicas, devo conseguir extrair umas 15 ou 20 coisas boas. A partir daí, começo a procurar uma editora. Se alguém conhecer, por favor me avise!
Já ando pensando num Título também. Aceito sugestões. Andei pensando neste “Crônicas Abstratas em tons de Lilás”
Pós Scritum: Me confessaram (Natasha SOBRINHO) ontem que não foram os SORBINHOS de Jaqueline que criaram a musica da batatinha. É mais um SPAM de Internet. Nossa época era muito melhor. Fomos nós que criamos “Como é que eu posso vomitar batata, se comi repolho?. (vide cronicas anteriores!)

1 Comments:
ah.. tambem gosto de inventar coisas...
mas nunca li nenhum livro de publicidade... eu gosto de criar nicks de msn
hauauahuahuahuauhauha
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