Quemero, Quemera!
...E quando realizo o encerramento,
me derrama novos horizontes de percepção.
Aqueles dentes.
(infelizmente)
Todos aqueles dentes
e mais uma nova percepção de perlustrar o mundo...
É minha musa se estiver longe.
Semblante de rabia não comove.
O que se vê de você
Todos sabem
(infelizmente)
Serve de nada.
Transparência é teu nome.
(infelizmente)
Tudo de você
É quase nada.
Todos sabem.
Somos nada
Em tua tudisse..
Somos isso
Em tua nadisse.
Se tu tudo isso
Ou nada
Nada interessa.
Nada disso.
Nada.
Pode ser você.
Pode ser você?
Seus músculos a flor da pele.
São sempre sorriso.
Sempre flor.
Sempre pele.
Vez, mais, te assimilo, menos, pouco.
Ninguém me crê
Dizendo que descasulo.
E que não sabem quando nos descasulávamos.
Em noites(?) de freio, frio, que seja.
Você é nada novo.
Nada.
Novo.
Apenas novas novidades derramadas em descasulos.
me derrama novos horizontes de percepção.
Aqueles dentes.
(infelizmente)
Todos aqueles dentes
e mais uma nova percepção de perlustrar o mundo...
É minha musa se estiver longe.
Semblante de rabia não comove.
O que se vê de você
Todos sabem
(infelizmente)
Serve de nada.
Transparência é teu nome.
(infelizmente)
Tudo de você
É quase nada.
Todos sabem.
Somos nada
Em tua tudisse..
Somos isso
Em tua nadisse.
Se tu tudo isso
Ou nada
Nada interessa.
Nada disso.
Nada.
Pode ser você.
Pode ser você?
Seus músculos a flor da pele.
São sempre sorriso.
Sempre flor.
Sempre pele.
Vez, mais, te assimilo, menos, pouco.
Ninguém me crê
Dizendo que descasulo.
E que não sabem quando nos descasulávamos.
Em noites(?) de freio, frio, que seja.
Você é nada novo.
Nada.
Novo.
Apenas novas novidades derramadas em descasulos.

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