Desventuradamente
O mundo dos sonhos não é, senão, uma representação, quase sempre, sórdida, quiça sodômica, das angustias mais entranhadas do que, talvez, não te seja, mas proximamente o desejo do alheio sobre a própria identificação.
Um universo onde as conspirações são reais. As realidades são paralelas no infinito. Ou é a rendição do Demônio da realidade ao Deus das distrações, ou.
A velocidade dos (im)pulsos (a)cerebrais dela sintonizam (desventuradamente) meu tempo, e me deflora os devaneios até então inundados de silêncio poeirento; e me perturba a ordem; e mexe no meu café; eme deixa nú de mim mesmo; e me acorda sem fin, sem fim!"

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